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Quem Somos?

João Ortega, exerce a profissão de arquitecto em regime liberal desde o ano de 1986, data em que termina a licenciatura na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Desde então, destaca-se pelas suas intervenções quer ao nível dos edifícios quer ao nível urbano, sempre capazes de gerar em seu torno discussões polémicas acerca dos princípios utilizados.

A necessidade de desenvolver o projecto de forma integrada, aliada a uma necessidade de expansão e crescimento face aos novos desafios que se apresentavam, levam João Ortega, em 1999, a fundar a MorphoPolis, Oficina de Arquitectura, dando assim nome a uma equipa que já vinha crescendo e na qual ele ocupa o lugar central.

Numa região onde o projecto é genericamente encarado como um complemento a nível financeiro da actividade profissional principal, realizado nas horas vagas, comprometendo seriamente o seu resultado final, e/ou, onde a concorrência desleal por “profissionais” não qualificados é praticada aos olhos de todos com uma devastadora ausência de ética e deontologia profissional, a equipa da MorphoPolis, pluridisciplinar e integrada, encara a sua actividade com rigor através da imposição de critérios de exigência e seriedade elevados.

Com um grande potencial profissional e em permanente evolução, influenciada por uma forte ligação à região e por uma vontade de afirmação, a MorphoPolis assume-se como uma referência no mercado da elaboração de projectos, concebendo, integrando e produzindo um trabalho com base na utilização das tecnologias mais avançadas, no desenvolvimento integrado de todas as especialidades do projecto, na existência de uma equipa multidisciplinar e num processo regido por uma política de qualidade e valorização contínuas.

Objectivos: Satisfação do Cliente, Arquitectura Bioclimática, Segurança

SATISFAÇÃO DO CLIENTE

Através das exigências que impõe a si própria, a MorphoPolis pretende ser um factor de evolução do meio onde se insere, alterando-o e influenciando os clientes no sentido de também fazerem parte dessa evolução.

Os objectivos da MorphoPolis baseiam-se então numa estratégia orientada para superar a excelência e a contínua satisfação dos clientes. Compreender e partilhar a visão do nosso cliente leva-nos a assumir também a iniciativa e a inovação como veículos para corresponder à conquista dos objectivos pré- estabelecidos.

Assim, os nossos objectivos englobam:

Cumprir as exigências dos clientes, tanto as definidas como as implícitas para a prossecução das metas;

Assumir um compromisso com a qualidade, introduzindo melhorias nos processos internos e na selecção de colaboradores e fornecedores;

Ter colaboradores capacitados e comprometidos com a qualidade no desenvolvimento dos trabalhos.

Criar e manter um sistema da qualidade que permita sistematizar um conjunto de regras simples e eficazes, de forma a chegar a todos os colaboradores;

Desenvolver a sua actividade cumprindo o disposto na legislação e todos os regulamentos aplicáveis ao projecto, em matéria ambiental e de segurança e saúde no trabalho.

 

ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS

Numa altura em que tanto se fala no protocolo de ‘KIOTO’ e no compromisso de redução da emissão de gases causadores do efeito de estufa, que os países que nele participaram, incluindo Portugal, terão de cumprir até 2010, a Morphopolis, como desafio mais recente, encara as energias renováveis como sendo ‘O FUTURO’.

Nesta perspectiva, os projectos desenvolvidos, cada vez mais denunciarão uma arquitectura BIOCLIMÁTICA/ ECOLÓGICA na qual a análise do contexto climático em que os edifícios se inserem, a utilização de energias renováveis, a melhoria das condições de conforto e a minimização do consumo energético se assumem como prioridades essenciais no momento de projectar.

Aliada ao factor ambiental a importância da diminuição dos custos de manutenção dos edifícios, em iluminação, ventilação e climatização e o máximo aproveitamento das energias renováveis, com o objectivo de os tornar muito perto de serem auto- suficientes em termos energéticos e com um conforto igual, ou até mesmo superior, ao de um outro edifício convencional remata o leque de vantagens deste tipo de arquitectura.

Este será então o instrumento para a viabilidade de um equilíbrio saudável na construção, racionalizando os recursos utilizados numa óptica de desenvolvimento sustentável.

No âmbito da arquitectura bioclimática, destacamos:

-A utilização da energia solar passiva a ter em conta na definição da orientação solar dos edifícios.

-O reforço da espessura dos materiais de isolamento térmico em todos os elementos da envolvente exterior.

-A orientação dos diferentes compartimentos dos edifícios de forma a proporcionar o ambiente mais adequado à sua função.

-O conhecimento da direcção dos ventos dominantes no Verão e no Inverno tirando partido destes na ventilação natural do edifício e suas infiltrações.

-A utilização de técnicas de ventilação natural dos espaços, tendo em vista a minimização dos custos de instalação e o consumo energético de uma instalação de ventilação mecânica, por exemplo através da introdução de condutas de arrefecimento/ ventilação enterradas tirando partido da temperatura mais fresca do solo no verão e mais quente no Inverno.

-A maximização das condições de iluminação natural tendo em vista a diminuição das necessidades de iluminação artificial.

-A utilização de soluções construtivas nos vãos de forma a diminuir a radiação solar no Verão e maximiza-la no Inverno.

-A utilização de vidros com alta reflectivilidade e baixa emissividade, com baixos coeficientes de transmissão térmica e um factor solar suficiente limitando desta forma as trocas térmicas entre o interior e o exterior permitindo assim uma poupança de energia considerável, melhorando também as prestações térmicas no Inverno e reduzindo o efeito de estufa no Verão, Primavera e Outono.

-A utilização de vegetação de folha caduca de forma a sombrear as fachadas com elevada incidência de raios solares no Verão, refrescando-as, e permitindo a incidência dos raios solares no Inverno.

-Soluções construtivas de isolamento térmico dos vários elementos da envolvente exterior e interior e sua inércia térmica de forma a minimizar as necessidades de aquecimento e arrefecimento.

-Soluções construtivas de isolamento acústico para os diferentes espaços do edifício de forma a criar o acondicionamento adequado, nomeadamente no compartimentos destinados à recepção de público em geral.

-Substituição do consumo de energia convencional por energia renovável, não poluente e gratuita utilizando por exemplo painéis solares para aquecimento das águas e painéis fotovoltáicos para produção de energia eléctrica tendo em vista a redução do consumo energético.

-Aproveitamento das águas da chuva para rega e limpeza dos espaços exteriores, aumento do grau de humidade na envolvente interior e exterior no período de Verão, utilização em circuito próprio para abastecer os depósitos das sanitas e criação de lagos artificiais favorecendo o crescimento da flora e fauna do local recriando um ecossistema.

-O ajardinamento das coberturas.

-A utilização dos resíduos da floresta para a produção de calor no interior dos edifícios.

-A generalização da utilização de materiais amigos do ambiente.

 

Como limite pretendemos atingir um patamar em que o edifício encare a energia potencial que o rodeia, não apenas de forma passiva, mas de um modo activo, que o leve a arrefecer no Verão e a aquecer no Inverno sem recurso a fontes de energia exógenas.

 

SEGURANÇA

As preocupações com a Segurança, Higiene no Trabalho constituem uma matéria de carácter evolutivo e recente no que diz respeito aos diplomas legais específicos para a actividade de construção civil e obras públicas, que a partir da década de 90, e nomeadamente através da publicação do Decreto Lei 441/91, de 14 de Novembro e Decreto Lei 273/2003, de 29 de Outubro, que vieram transpor para o direito interno as Directivas da União Europeia 89/391/CEE e 92/57/CEE e que introduziram uma nova abordagem “Preventiva” nesta matéria.

A Morphopolis encara esta abordagem ‘Preventiva’ como o princípio fundamental da Segurança, Higiene no Trabalho, representando sempre uma das preocupações prioritárias aquando da elaboração dos projectos. Este princípio tem sido concretizado em primeira instância através da coordenação da segurança durante a elaboração do projecto de arquitectura e numa segunda fase durante a elaboração dos projectos das restantes especialidades.

A coordenação revela-se eficiente na medida em que todas as especialidades do projecto são elaboradas na sua totalidade por uma equipa integrada de projectistas no mesmo local de trabalho, o que nos permite a criação de canais de comunicação essenciais para a coordenação.

Destacam-se também como actividades relevantes desenvolvidas no âmbito desta matéria a elaboração de Planos de Segurança e Saúde em Projecto, específicos para cada projecto (seja ela uma construção simples, em altura, uma reabilitação ou uma obra de infra- estruturas urbanas), a coordenação da segurança na fase de obra, quando solicitado pelo Dono da Obra, e a consciencialização deste, feita logo desde o primeiro contacto, acerca das responsabilidades que lhe são atribuídas legalmente.

Relativamente à elaboração do Plano de Segurança e Saúde para a Execução da Obra, destaca-se o facto de este contemplar o projecto de organização, sinalização e circulação no estaleiro, na avaliação dos riscos, e de ser um documento permanentemente actualizado no que diz respeito aos procedimentos de inspecção e prevenção a efectuar durante a execução da obra. Neste momento contamos com a elaboração de um grande número de Planos de Segurança e Saúde adaptados aos mais diversos tipos de obra. Este tipo de experiência permitiu-nos uma evolução e melhoramento graduais ao nível dos seus conteúdos, tornando-o um documento completo e totalmente abrangente no que diz respeito à identificação dos potenciais riscos.

No âmbito da segurança a MorphoPolis realizou no passado dia 19 de Novembro de 2003 nas instalações da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão do Instituto Politécnico de Bragança, o seu 1º Seminário exclusivamente reservado ao tema e onde foi abordada a segurança sob vários prismas: na cidade, no projecto e na obra.

A elaboração de Planos de Emergência para diversas instituições como a Escola Secundária Abade de Baçal, Centro Cultural de Vila Flor e Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Região de Bragança têm vindo também a acentuar as nossas preocupações com a segurança, desta vez na fase de exploração dos edifícios. Este tipo de experiência permitiu-nos uma evolução ao nível de conhecimentos adquiridos, tornando estes documentos em peças essenciais para a manutenção das condições de segurança na fase de exploração dos edifícios.